quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Têm uns dias que a gente não é existência. É insistência, resistência.
cynthia O.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Não quero amor em dobro, quero amor em dupla.

Cynthia Osório.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

chorar pelos outros até pode, mas sem parar de rir de si, senão morre.

Cynthia Osório

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Você sabia que sono compartilhado vicia?

Cynthia Osório

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

fique a fim esteja afim

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

O querer é um negócio bom, mas nem sempre é um bom negócio.

Cynthia Osório

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Quero ser teu sono, e não teu bocejo.

Cynthia Osório

domingo, 1 de dezembro de 2013

HOMEM NÃO TERMINA, TROCA.
vou dar crédito a meus bocejos já que você não me dá beijos
Quem precisa de bússola quando já não enxerga nada?

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Eu adio, pero no adiós! 

Cynthia Osório.

domingo, 18 de agosto de 2013

"a mente conserta o que o corpo deseja?"

O corpo deseja e ainda desconserta a mente.
Cynthia Osório.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

você, meu paradoxo predileto: com você sono e insônia.

Cynthia osório

terça-feira, 18 de setembro de 2012


Não há falta de tempo que justifique falta de consideração. Cynthia Osório

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Demos ao nosso mínimo valor máximo. Cynthia Osório

terça-feira, 27 de março de 2012

É tênue a linha entre a convicção e a obstinação. E por ai passeiam as opinião. Cynthia Osório

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Não saber é um privilégio quando se toma consciência disso. Cynthia Osório

segunda-feira, 24 de outubro de 2011


Mudar os hábitos é como nascer-se de novo. É 


um parto de si mesmo. Com direito a dor. 

Cynthia Osório

domingo, 11 de setembro de 2011

E como é difícil argumentar com quem prefere perder!

Cynthia Osório.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

"As palavras são sempre insuficientes e nós podemos sempre tomá-las como esperança. Mas contra a morte elas não ajudam. Talvez possam servir contra a dor que se sente em relação à morte. Mas a literatura não é um meio de curar a dor, como uma aspirina contra a dor de cabeça. A literatura não é prática, mas perigosa. "

Péter Esterházy, escritor Húngaro. Para a Folha.com